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A casa

Você na atividade-fim.
O resto, numa conta só.

A sua empresa nasceu de uma vocação. É isso que a casa devolve: o seu tempo e a sua margem ao que deu origem ao negócio — com um responsável, prazo e prova.
O dia de quem manda

São seis da manhã, e a primeira mensagem não é sobre o seu produto.

É a certidão que vence na véspera da licitação. A fatura de energia que ninguém leu. O gerente que pede mais uma garantia. O contador que pergunta o que ninguém sabe responder. O cartório que devolveu a averbação. O sócio que não fala de sucessão. A obra que parou por um alvará. A marca que ninguém encontra na busca.

Nenhuma dessas horas aparece na margem. Todas saem dela. A empresa nasceu de uma vocação; o que cresceu em volta dela não nasceu de vocação nenhuma — nasceu de obrigação. E obrigação bem cuidada é o que devolve o dia a quem tem a vocação.

Devolver o dia a quem tem a vocação. É isso que a casa faz.
A premissa

O que é fora do core merece quem seja do ofício.

Toda empresa de porte carrega, além da atividade-fim, uma segunda agenda: paga boleto, renova certidão, contrata energia, negocia com banco, classifica nota, assina papel, constrói, compra, estuda o mercado e cuida da própria imagem. Nada disso é o seu negócio — e cada item tem um ofício próprio, com gente que faz aquilo a vida inteira. Quase nenhuma empresa tem alguém encarregado dessa agenda; ela não desaparece quando ninguém olha, apenas fica mais cara.

A casa assume essa agenda por inteiro e leva cada assunto a quem é especialista nele — sob a nossa régua, o nosso método e o nosso preço. Em umas pastas, procuramos o que foi pago a mais e provamos com documento. Em outras, simplesmente fazemos: contratamos, negociamos, regularizamos, executamos e prestamos contas. Em todas, deixamos a conta governada — para o problema não voltar. A conta que ninguém faz está escrita na nota “O foco” →

O que entra pela mesma porta
  • tributo
  • energia
  • crédito
  • patrimônio
  • certidão
  • folha
  • contabilidade
  • contrato
  • obra
  • comércio exterior
  • mineração
  • feiras e missões
  • gente
  • tecnologia
  • mercado
  • marca
Quem faz

Nasceu de uma necessidade nossa. Virou uma casa.

A InnConta nasceu dentro de um family office. Obra, terra, energia, incorporação, mineração, gente, plataforma: tudo o que orbita esses negócios e não é o negócio de nenhum deles precisava de dono, de método e de prova. Foi para o dia a dia da própria casa que essa disciplina foi construída, ano após ano, com o cuidado de quem administra o que é seu.

Com o tempo, parceiros de negócios — quem constrói, vende, financia ou opera ao nosso lado — passaram a pedir que a mesma mesa cuidasse do que é fora do core deles. Eram pedidos demais para uma estrutura desenhada para uma família só. A resposta foi uma empresa à parte, dedicada e exclusiva a essa agenda: a InnConta. Ela atende as empresas do grupo e os parceiros que nos procuram com a mesma régua, o mesmo método e o mesmo padrão de prova.

Agora a casa se abre ao mercado — com critério, não com pressa. A leitura é feita por gente, e gente não se dilui: por isso a casa escolhe, e diz quando não é o caso. Uma conversa é sempre bem-vinda; o que ela vira, decide-se em conjunto e por escrito. Se houver matéria, há mesa. Se não houver, dizemos — e a porta continua aberta.

  1. 01A necessidade própriaO que orbita os negócios da família ganha dono, método e prova.
  2. 02Os parceiros pedemQuem trabalha ao nosso lado quer a mesma mesa para o que é fora do core dele.
  3. 03Uma casa à parteA InnConta nasce dedicada a essa agenda — para o grupo e para quem nos procura.
  4. 04O mercado, com critérioA casa escolhe, a conversa fica aberta, a decisão vai por escrito.
A régua é de casa de família

A engenharia que um family office aplica ao patrimônio de uma família, aplicada à conta de uma empresa.

A régua

O que a casa exige de si — antes de exigir qualquer coisa de você.

Seis regras que a casa cumpre em toda conta — e que qualquer auditor pode conferir contra o que foi entregue.

iA fonte oficial, toda semana.

Receita Federal, PGFN, CEIS, CNEP, Cadastro de Empregadores, embargos do IBAMA: a casa lê primeiro o que o Estado lê depois — e lê de novo toda semana, para cada conta, sem que ninguém peça.

iiMemória de cálculo em tudo.

Nenhum número chega à sua mesa sem o caminho que o produziu. Qualquer auditor refaz o cálculo e chega ao mesmo lugar — é o que sustenta uma tese anos depois.

iiiA tese, classificada antes da decisão.

Pacificada, provável ou especulativa — por escrito, ao lado de cada tese, antes de você decidir. Recusar é parte do serviço.

ivQuem faz não confere.

Uma casa do grupo acompanha o especialista e assina embaixo. Toda conclusão chega com duas assinaturas: a de quem fez e a de quem conferiu.

vA régua internacional, quando o ativo pede.

Reserva mineral em JORC, NI 43-101 ou S-K 1300; laudo com responsabilidade técnica; contrato escrito como a casa escreve os seus. O padrão é o das praças que compram, não o do balcão que vende.

viAfiliação declarada. Dado expurgado.

Quando a execução envolve empresa do grupo, isso vai por escrito antes — e você mantém o direito de levar a mercado. Ao fim, o comprovante de expurgo dos seus dados.

O que fazemos

Sete famílias, trinta e nove pastas.

Cada pasta com um responsável, um prazo e um lugar para acompanhar. Toda a conta cabe aqui — e o que não couber, a casa diz.

Tributo e caixa

6 pastas
O que se paga a mais entra na conta como se fosse certo.

Tudo o que a empresa paga ao Estado e aos fornecedores de insumo, revisto pelo mesmo método: procurar o que foi pago além, corrigir o que gera o erro e deixar o cadastro pronto para o sistema que vem. É a família que devolve dinheiro ao caixa sem depender de venda nova, de crédito novo ou de investimento.

Capital

6 pastas
Banco não recusa risco. Recusa desordem.

O dinheiro que entra, o que sai e o que está preso no meio do caminho. Da bancabilidade — arrumar a casa antes de bater na porta do banco — à negociação de passivo, à monetização de recebível e à recuperação do que já foi dado como perdido. Do lado de cá da mesa: o banco é contraparte do cliente, nunca nossa.

Patrimônio e sucessão

5 pastas
Sem estrutura, a geração seguinte herda um inventário — não um legado.

O que a família construiu e precisa atravessar para a geração seguinte sem inventário, sem litígio e sem venda apressada. Estrutura societária, governança familiar, matrícula em ordem e terra avaliada com critério — porque patrimônio que não se move não é patrimônio, é lembrança cara.

Energia e infraestrutura

4 pastas
A conta de luz é o contrato que ninguém leu.

A segunda maior despesa de uma indústria, lida como contrato e não como boleto; o ativo ambiental que a terra já produz e ninguém contabilizou; a carga computacional que virou questão de energia e de terra; e o contrato de trinta anos que se ganha na preparação, não na proposta.

Pessoas e regularidade

8 pastas
Certidão não é burocracia. É chave.

O que mantém a empresa habilitada a vender, contratar, tomar crédito e dormir: certidão, cadastro, folha, benefício, balanço, contrato e prova. A maior despesa recorrente é também a menos revisada — e o que era diferencial virou requisito de habilitação.

Obra, ativo e gestão

8 pastas
Onde não basta orientar, a casa faz.

Há pastas em que a resposta não é um parecer: é uma obra entregue, uma reserva certificada, uma feira montada, uma cadeira preenchida, um sistema rodando. Nessas, a casa executa — com custo e prazo sob a mesma régua de prova das demais — e presta contas como presta em tudo.

Mercado, produto e imagem

2 pastas
Para quem, a que preço, com que produto — e com que nome.

O que se decide antes de investir e o que se percebe depois. Estudo de vocação e de potencial de mercado, pesquisa com quem decide, posicionamento de produto, marca e narrativa — feitos por quem faz isso a vida inteira, com o contexto que só a conta tem. É a família que entra antes do projeto aprovado, quando o estudo ainda muda a decisão.

Você mantém a produção e o modo de viver. A casa traz à sua mesa os instrumentos que as praças maduras já usam — nos seus termos.

Preço travado antes do plantio, câmbio protegido, crédito tomado só quando a conta fecha — porque crédito é caro em qualquer praça —, risco transferido a quem o carrega melhor, patrimônio atravessando a geração seguinte inteiro. Os instrumentos existem no Brasil, são regulados e estão disponíveis. Faltava quem os levasse até a sua mesa.

A casa conduz poucas contas por vez; a leitura abre por janelas.
Como a casa trabalha

Cinco etapas, sempre as mesmas.

Na revisão fiscal, na conta de energia, na matrícula do imóvel e na obra. Cada etapa fecha com um aviso a você — e nenhuma pula a anterior.

O Método da Ordem, em detalhe →

01 Autorização e sigilo Nada é acessado antes da carta. primeiro aviso 02 Coleta na fonte oficial Lemos primeiro o que o Estado lê depois. segundo aviso 03 Parecer com memória de cálculo O que vale e o que não vale, com o grau ao lado. terceiro aviso 04 Execução pela via ordinária Administrativa quando é direito; pelo grupo quando é obra. quarto aviso 05 Encerramento com prova O resultado na sua conta, com a prova. quinto aviso
O que vem com a conta

Antes, durante e depois de cada pasta.

O painel ao lado é o que o cliente vê no celular: o que a casa já fez por ele, o que está em curso e quem está cuidando. Nada disto se contrata à parte — vem com a conta.

  1. 01A pré-análiseCatorze dígitos bastam. O retrato público da empresa, o que a atividade exige, os prazos dos próximos noventa dias e onde costuma haver o que foi pago além ou ficou por cobrar — antes da primeira conversa, por escrito.
  2. 02A vigilânciaToda semana a casa confere o CNPJ nas bases públicas — certidão, sanção, dívida ativa, cadastro — e avisa antes que vire problema. O que vence, você vê antes.
  3. 03O cofreCada documento com pasta, data e responsável, na área do cliente. O parcelamento acompanhado depois de feito, parcela a parcela, porque é ali que a certidão cai.
  4. 04Gente na mesaConta de empresa não se conduz só por tela. Presencial quando o assunto pede, com hora marcada; o resto do tempo, tudo o que está em curso fica na área do cliente, com prazo e responsável.
  5. 05O grupo ao ladoObra, terra, energia, gente, auditoria, plataforma: as casas do grupo acompanham o que se entrega e assinam embaixo. Toda conclusão chega à sua mesa com duas assinaturas.
  6. 06A remuneraçãoDita antes e por escrito. O preço é da casa, cheio, e não recebemos comissão por indicar ninguém. O êxito incide sobre benefício realizado — nunca sobre valor identificado em parecer. Pasta contínua tem retainer mensal. Corretagem paga por terceiro, como em seguros, é declarada por escrito e abatida do que você paga.
InnConta
Sua empresa
39na conta
7famílias
1responsável
A pré-análiseantes da primeira conversapronta
A vigilânciabases públicastoda semana
O cofreárea do clienteem dia
Gente na mesapresencial quando pedehora marcada
O grupo ao ladoquem faz não confereduas assinaturas
A remuneraçãodita antespor escrito
Eduardo Rovedaresponde em horário comercial
Para quem

Quatro portas. Uma mesa.

A conta se desenha por quem é o cliente, não pelo que a casa faz. Entre pela sua.

Para a empresa

Tributo, energia, crédito, folha, contrato, obra e conformidade — e a ordem entre eles.

Para o sócio

Holding, acordo de sócios, sucessão e o lado pessoal da conta, na mesma casa.

Para o patrimônio imobilizado

Matrícula, averbação, garantia, funding de obra e energia própria: o ativo que finalmente se dá em garantia.

Para o agro

Dentro da porteira, quem resolve é você. Fora dela, o resto é por nossa conta.

Não é mais um fornecedor. É um a menos.

Cada conta é conduzida por gente, com a régua inteira.
Quem trabalha na sua conta

Os especialistas que atuam na conta trabalham sob a nossa marca, o nosso método e a nossa responsabilidade, como um departamento interno estendido. Respondem pela casa, sob a nossa régua e dentro do nosso preço: não há comissão de indicação. Quem senta do outro lado da mesa fala com a casa.

Do lado de cá vale a mesma regra, e ela é da casa: quem senta à mesa tem que sair bem servido. Quem é espremido entrega trabalho espremido, e quem paga essa conta é o cliente.

Quem responde, responde com nome
Eduardo Roveda
Eduardo RovedaDireção Comercial

É quem lê a sua mensagem e quem responde — pessoalmente, em horário comercial, por escrito. Em parte dos casos, é quem vai à sua mesa.

Falar com Eduardo no WhatsApp →
Onde a casa está

Onde houver conta de porte, há uma cadeira nesta mesa.

  • Sul
  • Sudeste
  • Centro-Oeste
  • Nordeste
  • Norte
  • Além — quando o negócio pedir

Boa parte do que importa numa conta não está em documento nenhum — está na cabeça de quem opera, e só aparece quando alguém senta e pergunta.

O que fica por escrito
  • Carta de autorização, com escopo e prazo delimitados
  • Procuração restrita às consultas necessárias
  • Parecer com memória de cálculo, tese a tese
  • Classificação de risco declarada antes da decisão
  • Declaração de afiliação, quando houver empresa do grupo
  • Comprovante de expurgo dos dados ao final do trabalho
Onde conferir por fora

As afirmações desta página se apoiam em norma pública. Os links levam ao texto integral, não ao portal do órgão: quem quiser conferir consegue conferir sozinho.

A conta de quem nos contrata não é a nossa primeira.

Uma conversa resolve
mais que uma proposta.

Diga em duas linhas o que precisa resolver. Eduardo Roveda responde pessoalmente, em horário comercial, e a conversa começa por onde faz diferença.

Usamos o que você escrever apenas para responder. Nada de lista, nada de terceiros. Privacidade.

Mensagem enviada

Chegou na mesa de quem responde. O retorno vem por escrito, em horário comercial.

Continuar

A resposta certa não é a mais esperta. É a mais específica.
Uma conversa resolve mais que uma proposta.
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