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Pasta · Pessoas e regularidade · para quem será lido de fora

Contabilidade

O balanço que o banco acredita é o que a sua empresa merece.

A contabilidade barata custa caro no único dia em que importa: quando alguém de fora lê o balanço. O banco que nega o limite, o comprador que desconta o preço, o sócio que desconfia do número — todos estão lendo o mesmo documento que foi tratado o ano inteiro como obrigação de entregar guia.

Existe diferença entre escrituração e contabilidade. A primeira cumpre calendário; a segunda produz o número que sustenta decisão: margem por linha, custo que a operação esconde, resultado que aguenta auditoria. É a mesma obrigação legal — com dois destinos completamente diferentes.

A casa faz a contabilidade como quem vai ser lido: escrituração em dia, balanço que fecha com a operação, obrigações acessórias sem pendência e o número mensal entregue com leitura — o que mudou, por que mudou, o que merece atenção. Multiempresa, com consolidação para quem tem grupo.

Onde costuma dar errado: trocar de contador sem trocar de método. O problema raramente é quem escritura — é o que se pede a ele. Contabilidade que só recebe documento no dia 25 entrega exatamente o que dá para entregar no dia 25.

Um caso típico: a empresa que cresceu e o balanço ficou para trás — estoque sem inventário, imobilizado sem controle, resultado que ninguém reconcilia. A arrumação devolve um número em que o banco acredita, e o limite de crédito responde na sequência.

A conta, feita

Empresa de R$ 30 milhões de receita, contabilidade por R$ 2 mil ao mês, balanço fechado só para o imposto. No pedido de limite de R$ 3 milhões, o banco lê estoque sem inventário e resultado que não reconcilia com o caixa: limite negado, ou taxa de risco maior — dois pontos ao ano sobre R$ 3 milhões são R$ 60 mil por ano, mais do que a contabilidade inteira custa. A arrumação do passado tem preço fechado; o balanço em que o banco acredita é o que faz o limite responder.

Os números acima são de um caso típico, com faixas de mercado de setembro de 2026, para mostrar a aritmética. O da sua empresa sai do seu próprio dado, no diagnóstico.

O que muda para quem manda

Você deixa de explicar um balanço em que o banco não acredita. Passa a receber o número mensal com leitura, e o passado arrumado com preço fechado — com responsável, prazo e prova, na mesma conta que cuida do resto do que não é o seu negócio.

Como se remunera

Mensalidade declarada por escopo e porte — e a arrumação de passado com preço fechado antes de começar.

Para aprofundar

Fontes oficiais, no ponto exato: o artigo de lei, o serviço ou a consulta que você pode usar hoje. Nenhuma substitui a análise do caso concreto, que é o nosso trabalho.

A família a que esta pasta pertence

Pessoas e regularidade

A camada que ninguém vê até ela travar tudo: certidão, cadastro, certificação, folha e benefício. É pré-requisito silencioso de crédito, venda, contrato público e funding — e é a única pasta cujo produto final é a ausência de problema. Mantê-la é rotina nossa, não urgência do cliente.

As outras pastas da mesma família
Método da Ordem · a sequência de uma conta
  • Conversa, para entender o que trava.
  • Carta de autorização e sigilo: antes dela, nada é acessado.
  • Diagnóstico com escopo, prazo e preço, creditado no êxito.
  • Parecer com memória de cálculo e risco declarado por tese.
  • Execução com marcos: quem faz, quando — e quem confere.
  • Conta sob gestão, o produto recorrente que sustenta a relação.

O método, por inteiro

O alinhamento
  • Remuneração dita antes, por escrito: por escopo, por marco ou sobre o benefício realizado — e, quando é êxito, ele se mede no seu extrato, não em parecer.
  • Prestação de contas ao fim, com a prova do que foi feito.
  • Afiliação declarada por escrito quando a execução envolve empresa do grupo.
  • O dado é do cliente. Uso restrito, sigilo em todas as etapas e expurgo comprovado.
O que não fazemos

Não prometemos resultado antes de conhecer o caso, não prometemos prazo que não é nosso, e não perseguimos tese especulativa para engordar um parecer. Também não recebemos comissão por indicar ninguém: quem executa responde pela casa, dentro do nosso preço.

O primeiro passo

Uma conversa, sem material e sem proposta, para entender o que está travado. Se houver matéria, o passo seguinte é a carta de autorização e sigilo, um documento que limita o nosso próprio acesso antes de qualquer coisa. Se não houver, dizemos, e a conversa acaba ali sem constrangimento para ninguém.

O que entra

  • Escrituração contábil e fiscal completa
  • Balanço e demonstrações com leitura mensal
  • Obrigações acessórias e calendário fiscal
  • Consolidação multiempresa para grupos
  • Preparação para auditoria, crédito e transação
  • Regularização de escrituração atrasada
Como a casa trabalha, a leitura da tese, as três regras e o que fica por escrito
Como lemos uma tese
Pacificada
Entendimento consolidado e rito conhecido. Executa-se pela via administrativa, com memória de cálculo.
Provável
Há fundamento e precedente, mas ainda há divergência. Entra com o grau declarado, e a decisão é do cliente.
Especulativa
Tese frágil ou de risco desproporcional. Não entra. Recusar é parte do serviço, não falta dele.

Nenhuma tese avança sem a sua classificação escrita ao lado. É o que separa um levantamento de uma promessa.

As três regras, sem exceção
iTese pacificada, ou risco declarado

Cada tese entra no parecer com o seu grau de solidez escrito ao lado. A empresa decide conhecendo a classificação, não depois de conhecê-la.

iiA via administrativa primeiro

O caminho ordinário, silencioso, sem litígio como ponto de partida. Quando o processo judicial é inevitável, ele é uma decisão tomada com o cliente: nunca o desenho inicial.

iiiMemória de cálculo em tudo

Cada número reconstituível, cada passo documentado, de modo que qualquer auditor refaça o caminho e chegue ao mesmo lugar. É o que sustenta uma tese anos depois.

O que fica por escrito
  • Carta de autorização, com escopo e prazo delimitados
  • Procuração restrita às consultas necessárias
  • Parecer com memória de cálculo, tese a tese
  • Classificação de risco declarada antes da decisão
  • Declaração de afiliação, quando houver empresa do grupo
  • Comprovante de expurgo dos dados ao final do trabalho
Contabilidade que recebe documento no dia 25 entrega o que dá para entregar no dia 25.

Uma conversa resolve
mais que uma proposta.

Diga em duas linhas o que precisa resolver. Eduardo Roveda responde pessoalmente, em horário comercial, e a conversa começa por onde faz diferença.

Usamos o que você escrever apenas para responder. Nada de lista, nada de terceiros. Privacidade.

Mensagem enviada

Chegou na mesa de quem responde. O retorno vem por escrito, em horário comercial.

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O que não é o seu negócio não precisa ser o seu problema.
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