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Método da Ordem

Método da Ordem. Cinco etapas, sempre as mesmas, em qualquer pasta.

Como um trabalho começa, como é conduzido e onde termina — do tributo à mina, da energia à sucessão.

A premissa

Método é o que separa um levantamento de uma opinião bem redigida.

O nosso não foi desenhado numa sala de reunião: veio de anos cuidando de patrimônio próprio, onde errar custa do próprio bolso e não há cliente para quem transferir a conta. O que se repetiu virou etapa; o que deu errado virou regra.

A ordem existe para que nenhuma decisão do cliente seja tomada sem a informação que a antecede, e para que nenhuma providência nossa aconteça antes da autorização que a permite. Por isso o trabalho começa por um documento que limita o nosso próprio acesso — não por uma proposta comercial.

as mesmas cinco etapas, nas trinta e nove pastas
  • Tributo e caixa
  • Capital
  • Patrimônio e sucessão
  • Energia e infraestrutura
  • Pessoas e regularidade
  • Obra, ativo e gestão
  • Mercado, produto e imagem

As cinco etapas

Do lado do cliente, cada etapa termina num aviso.

O que você entrega, o que recebe e o que chega ao seu celular quando o tempo se conclui.

Autorização e sigilo

Nada é acessado antes da carta.

Uma carta delimita o que será examinado, por quanto tempo e por quem, e formaliza o sigilo sobre tudo o que for visto. Antes dela, nem os arquivos públicos que qualquer um poderia consultar. Quem define a fronteira do acesso é o cliente, não a nossa curiosidade.

Você entrega

A carta assinada e a procuração restrita às consultas necessárias.

Você recebe

O escopo por escrito: o que entra, o que fica de fora, o prazo.

O aviso

Primeiro aviso: a conta está aberta e o responsável tem nome.

Coleta na fonte oficial

Lemos primeiro o que o Estado lê depois.

Os dados saem das fontes oficiais — Receita, cartórios, agências, bancos, a distribuidora de energia — e não de planilhas internas nem de estimativas. Quando a fonte diverge do controle interno, a divergência já é um achado, e costuma ser dos mais valiosos.

Você entrega

Nada além do que a carta autorizou. Os dados entram uma única vez.

Você recebe

O retrato da empresa como os órgãos a veem, pasta a pasta.

O aviso

Segundo aviso: a coleta fechou; o cruzamento começou.

Parecer com memória de cálculo

O que vale, o que não vale — com o grau de solidez escrito ao lado.

O resultado é um parecer, não uma apresentação. Cada tese entra com a sua conta reconstituível linha a linha: de onde saiu o número, qual norma o sustenta, quanto vale e em quanto tempo. A recusa faz parte do parecer.

Você entrega

A decisão — vendo o que existe e, por escrito, o que não vale a pena perseguir.

Você recebe

O mapa ranqueado por valor, prazo e risco, tese a tese.

O aviso

Terceiro aviso: o parecer está na mesa; a decisão é sua.

Execução pela via ordinária

Administrativa quando é direito. Pelo grupo quando é obra.

Aprovado o parecer, a execução segue o rito ordinário, com a documentação que o próprio parecer já estruturou. Litígio não é ponto de partida. Quando a pasta é energia, obra, mina ou tecnologia, quem executa é uma casa do grupo — com a afiliação declarada antes da contratação.

Você entrega

A aprovação, tese a tese. O restante é nosso.

Você recebe

Marcos com data, evidência documental de cada passo e um responsável nomeado.

O aviso

Quarto aviso: a execução começou; cada marco chega ao seu celular.

Encerramento com prova

Termina quando o resultado está na sua conta — e provado.

O trabalho não acaba na entrega do parecer nem no protocolo do pedido. Acompanhamos cada compensação, cada contrato, cada obra e cada entrega até o resultado estar na sua conta, com a prova ao lado — e o calendário do ciclo seguinte já marcado, porque benefício deixado sozinho volta a virar risco.

Você entrega

O de-acordo no encerramento e a data do ciclo seguinte.

Você recebe

O resultado na sua conta — em caixa, em matrícula, em obra entregue ou em contrato assinado —, a prova ao lado e o comprovante de expurgo dos dados. A parte da casa sai disso depois, nunca antes.

O aviso

Quinto aviso: valor no caixa, pasta encerrada, calendário do próximo ciclo.

Cada número reconstituível.
Cada passo documentado.

Qualquer auditor — interno, externo ou o próprio fisco — percorre a mesma trilha e chega ao mesmo lugar. É o que sustenta uma tese três anos depois, com a equipe original já trocada.

Cada conta tem um responsável nomeado desde a carta — e a mesa abre contas no ritmo em que consegue acompanhá-las.

As três regras, sem exceção

O que não muda de uma pasta para outra.

i

Tese pacificada, ou risco declarado

Cada tese entra no parecer com o seu grau escrito ao lado: pacificada, provável ou especulativa. A especulativa não entra — recusar é parte do serviço, não falta dele.

Pacificada
Provável
Especulativa
ii

A via administrativa primeiro

O caminho ordinário, silencioso, sem litígio como ponto de partida. Quando o judicial é inevitável, é uma decisão tomada com o cliente, com o custo e o prazo na mesa.

iii

Memória de cálculo em tudo

Cada número reconstituível, cada passo datado, de modo que qualquer auditor refaça o caminho e chegue ao mesmo lugar — anos depois, quando ninguém mais lembra como foi construído.

O Método da Ordem, em uma linha: cinco etapas, cinco avisos, três regras, seis documentos. Nada se pula, nada se acrescenta por conta.

O que fica por escrito
  • Carta de autorização, com escopo e prazo delimitados
  • Procuração restrita às consultas necessárias
  • Parecer com memória de cálculo, tese a tese
  • Classificação de risco declarada antes da decisão
  • Declaração de afiliação, quando houver empresa do grupo
  • Comprovante de expurgo dos dados ao final do trabalho
Para aprofundar

Fontes oficiais, no ponto exato: o artigo de lei, o serviço ou a consulta que você pode usar hoje. Nenhuma substitui a análise do caso concreto, que é o nosso trabalho.

O alinhamento
  • Um contrato, uma nota fiscal.O preço é da casa, cheio, e quem executa responde pela casa. Indicação não rende comissão a ninguém.
  • Diagnóstico com escopo, prazo e preço.Creditado no êxito, para que a análise nunca dependa do resultado que ela mesma vai apontar.
  • Remuneração sobre benefício realizado.Caixa restituído, crédito compensado, passivo extinto ou entrega aceita. O êxito se mede em extrato.
  • Defesa incluída.Em eventual fiscalização sobre o que apuramos, quem apontou o caminho responde por ele.
  • Afiliação declarada por escrito.Sempre que a execução envolve empresa do grupo — antes da contratação, não depois.
  • O dado é do cliente.Uso restrito ao trabalho contratado, sigilo em todas as etapas e expurgo comprovado ao final.
Uma coleta. Cinco etapas. Um responsável com nome.

Uma conversa resolve
mais que uma proposta.

Diga em duas linhas o que precisa resolver. Eduardo Roveda responde pessoalmente, em horário comercial, e a conversa começa por onde faz diferença.

Usamos o que você escrever apenas para responder. Nada de lista, nada de terceiros. Privacidade.

Mensagem enviada

Chegou na mesa de quem responde. O retorno vem por escrito, em horário comercial.

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Uma conversa resolve mais que uma proposta.
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