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Pasta · Obra, ativo e gestão · para quem tem cadeira vaga ou errada

Gente: busca, desenvolvimento e sucessão

A cadeira certa muda a empresa. A pessoa certa muda a cadeira.

O custo mais alto da empresa média não está em nenhuma linha do balanço: é a cadeira errada. O gestor que trava o time, a posição-chave vaga há meses, o talento que sai levando o que só ele sabia — cada um desses drena mais do que a folha inteira, e nenhum aparece em relatório.

Contratar bem não é achar currículo: é desenhar a cadeira antes de procurar a pessoa — o que ela decide, o que entrega, a quem responde, o que a empresa vira se ela acertar. E manter bem não é reter a qualquer preço: é saber o que permanece na empresa quando alguém sai.

A casa conduz gente com o método de quem estrutura organizações: desenho da cadeira, busca conduzida por nome próprio, avaliação que mede o que importa, desenvolvimento com régua e o mapa de sucessão das posições que não podem vagar. Nada por central de atendimento — cada trabalho tem um responsável.

Onde costuma dar errado: contratar para ontem. A pressa entrega o disponível, não o certo — e a cadeira errada custa o dobro: o tempo dela e o tempo de recomeçar. O processo bem desenhado é mais rápido do que dois processos apressados.

Um caso típico: a posição de gestão aberta há meses porque 'não aparece ninguém'. O desenho da cadeira revela que se procurava um perfil que não existe — dois papéis em um. Separados os papéis, as duas contratações saem em semanas, por menos do que o pacote original.

A conta, feita

Posição de gestão aberta há sete meses. O custo não está na folha: está na decisão que ninguém toma, na equipe que espera e no gestor que acumula duas funções. Numa unidade de R$ 20 milhões de receita, uma cadeira-chave vaga costuma custar de 0,5% a 1% do resultado por mês: R$ 100 mil a R$ 200 mil por mês de espera. O desenho da cadeira e a busca nominal fecham em semanas — e costumam custar menos do que um mês de vaga.

Os números acima são de um caso típico, com faixas de mercado de setembro de 2026, para mostrar a aritmética. O da sua empresa sai do seu próprio dado, no diagnóstico.

O que muda para quem manda

Você deixa de contratar para ontem. Passa a receber a cadeira desenhada, a busca por nome próprio e o mapa de sucessão — com responsável, prazo e prova, na mesma conta que cuida do resto do que não é o seu negócio.

Como se remunera

Por projeto de busca ou desenho — com garantia de reposição declarada em contrato quando a contratação não se firma.

Para aprofundar

Fontes oficiais, no ponto exato: o artigo de lei, o serviço ou a consulta que você pode usar hoje. Nenhuma substitui a análise do caso concreto, que é o nosso trabalho.

A família a que esta pasta pertence

Obra, ativo e gestão

O que o grupo executa com as próprias mãos, aberto à conta: obra e engenharia com assinatura própria, imobiliário e incorporação, mineração certificada, tecnologia e dados, feiras e missões, gente e gestão. Quem contrata a leitura pode contratar também a execução — com a afiliação declarada por escrito, sempre.

As outras pastas da mesma família
Método da Ordem · a sequência de uma conta
  • Conversa, para entender o que trava.
  • Carta de autorização e sigilo: antes dela, nada é acessado.
  • Diagnóstico com escopo, prazo e preço, creditado no êxito.
  • Parecer com memória de cálculo e risco declarado por tese.
  • Execução com marcos: quem faz, quando — e quem confere.
  • Conta sob gestão, o produto recorrente que sustenta a relação.

O método, por inteiro

O alinhamento
  • Remuneração dita antes, por escrito: por escopo, por marco ou sobre o benefício realizado — e, quando é êxito, ele se mede no seu extrato, não em parecer.
  • Prestação de contas ao fim, com a prova do que foi feito.
  • Afiliação declarada por escrito quando a execução envolve empresa do grupo.
  • O dado é do cliente. Uso restrito, sigilo em todas as etapas e expurgo comprovado.
O que não fazemos

Não prometemos resultado antes de conhecer o caso, não prometemos prazo que não é nosso, e não perseguimos tese especulativa para engordar um parecer. Também não recebemos comissão por indicar ninguém: quem executa responde pela casa, dentro do nosso preço.

O primeiro passo

Uma conversa, sem material e sem proposta, para entender o que está travado. Se houver matéria, o passo seguinte é a carta de autorização e sigilo, um documento que limita o nosso próprio acesso antes de qualquer coisa. Se não houver, dizemos, e a conversa acaba ali sem constrangimento para ninguém.

O que entra

  • Desenho organizacional e definição de cadeiras
  • Busca e seleção conduzidas nominalmente
  • Avaliação de pessoas e de times
  • Desenvolvimento de liderança com régua
  • Mapa de sucessão de posições-chave
  • Folha e estrutura de remuneração alinhadas à estratégia
Como a casa trabalha: as três regras e o que fica por escrito
As três regras, sem exceção
iEscopo, prazo e preço antes do primeiro traço

Nada começa sem os três por escrito. O que muda no caminho muda por aditivo assinado, com causa dita — nunca por hábito.

iiMarco conferido libera pagamento

Paga-se pelo entregue e conferido, não pelo prometido. Na obra, a medição é independente; nas demais entregas, o marco tem prova antes de virar fatura.

iiiAfiliação declarada por escrito quando o grupo executa

Quando a execução envolve empresa do grupo, isso se diz antes, em documento. O cliente escolhe sabendo quem faz — e pode escolher outro.

O que fica por escrito
  • Carta de autorização, com escopo e prazo delimitados
  • Procuração restrita às consultas necessárias
  • Escopo, prazo e preço, antes do primeiro traço
  • Medição, marco e aceite, a cada entrega
  • Declaração de afiliação, quando houver empresa do grupo
  • Comprovante de expurgo dos dados ao final do trabalho
A pressa entrega o disponível, não o certo.

Uma conversa resolve
mais que uma proposta.

Diga em duas linhas o que precisa resolver. Eduardo Roveda responde pessoalmente, em horário comercial, e a conversa começa por onde faz diferença.

Usamos o que você escrever apenas para responder. Nada de lista, nada de terceiros. Privacidade.

Mensagem enviada

Chegou na mesa de quem responde. O retorno vem por escrito, em horário comercial.

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O que não é o seu negócio não precisa ser o seu problema.
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